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Harry Potter e a Câmara Secreta, J. K. Rowling (Vol. 2)

Neste livro é narrado o segundo ano de Harry na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, quando o jovem feiticeiro, então com doze anos, é suspeito de ter aberto a Câmara Secreta, onde, segundo uma lenda, se esconde um terrível monstro capaz de matar todos os feiticeiros Nascidos-Trouxas da fábula.
De acordo com a lenda, Salazar Slytherin, o fundador da casa que leva o seu nome e um dos quatro feiticeiros que fundou Hogwarts, teria construído uma Câmara Secreta onde escondeu o monstro e somente o seu herdeiro poderia reabri-la para que o animal pudesse continuar a sua missão.

Harry Potter e a Ordem da Fénix, J. K. Rowling (Vol. 3) 

Harry não recebe mais cartas de Rony e Hermione, o verão está insuportável e Harry escuta de repente um barulho na casa dos tios. Válter, o tio de Harry, desconfia que ele tenha sido o autor do barulho. Harry chateia-se e começa a andar pelas ruas quando vê o seu primo Duda e os seus amigos. A caminho de casa, Harry e Duda começam a discutir. Duda fala algo sobre Cedrico e Harry puxa a varinha, mas não a usa. De repente, chegam dois dementadores que atacam Harry e Dursley, e Harry usa magia para se livrar dos dementadores. A Srª. Figg, uma vizinha de Harry, chega e começa a falar que um tal Mundungo Fletcher o estava seguindo por ordens de Dumbledore, e saiu no seu turno de vigilância. Harry não imagina que a Sra. Figg fosse Bruxa, e ela revela-lhe que é um "aborto".

Harry Potter e a  Pedra Filosofal, J. K. Rowling (Vol. 1)

Harry Potter é um menino orfão, deixado na porta dos seus tios Dursley por Alvo Dumbledore, Minerva McGonagall e Rúbeo Hagrid quando tinha apenas um ano, onde é mal tratado até completar seus 11 anos. Então, Harry começa a receber cartas (nunca tinha recebido cartas na vida) que sabiam até onde ele dormia. Os tios de Harry proíbem-no de ler a carta, mas a cada carta que eles jogam fora mais cartas aparecem. Na noite de seu aniversário Harry é visitado por Hagrid (meio-gigante que trabalha para Hogwarts), o qual revela que Harry é filho de bruxos e muito famoso. A verdade é toda revelada a Harry Potter, que seus pais foram mortos pelo terrível bruxo Voldemort e que a sua cicatriz era marca da tentativa de assassinato que Harry sofreu.
Harry em seu primeiro ano na escola de bruxaria é apresentado a Ronald Weasley e Hermione Granger (seus futuros melhores amigos), onde juntos desvendam mistérios e perigos importantes para a história.


Harry Potter e as Relíquias da Morte, J. K. Rowling (Vol. 6)

A história começa com uma reunião de Valdermort e os seus Death Eaters. Dois espiões trazem notícias de atividades da Ordem da Fénix: Snape e Yaxley revelam os planos da Ordem para a transferência de Harry Potter – na ocasião do seu 17º aniversário, os encantamentos que protegem a casa de seus tios perderão o efeito, e Harry e sua família Muggle ficarão vulneráveis. A Ordem resolveu antecipar-se e levar a família para um local seguro desconhecido e Harry para a casa dos Weasley. Voldermort também está-se a infiltrar no Ministério da Magia e planeando um golpe para colocar um de seus Death Eaters no comando. Voldermort anuncia que vai pessoalmente atacar Harry durante a transferência de casas e que ele precisa de uma varinha mágica emprestada já que a sua não foi eficiente quando ele e Harry lutaram no passado. Ele ordena a Lucius Malfoy que entregue a sua varinha, para humilhação geral da família Malfoy (ele entrega-a, muito a contragosto).



Harry Potter e o Enigma do Princípe, J. K. Rowling (Vol. 5)

No primeiro capítulo, ficamos sabendo dos encontros que aconteciam entre o Primeiro-Ministro dos Trouxas e o Ministro da Magia. No último encontro deles, Cornélio Fudge explica ao primeiro-ministro da Grã-Bretanha que os acontecimentos que devastaram o país nos últimos tempos eram obra dos seguidores de Voldemort, o perigoso bruxo das trevas que retornara dois anos antes. Fudge conta também que renunciou a seu cargo de Ministro da Magia após sofrer forte pressão, tendo assumido o cargo o Chefe da Seção de Aurores, Rufo Scrimgeour.




(A) História de Dona Redonda e da Sua Gente, Virgínia de Castro Almeida

Publicada em 1942, esta obra têm a particularidade de ser o primeiro romance de literatura fantástica infantil de um autor português e faz parte de uma série de dois livros.
Chico, ao passear um dia na sua bicicleta pelas imediações de uma floresta, encontra dois meninos a brincar. Franz (um rapaz alemão) e Dick (um rapaz inglês), são duas das muitas crianças de toda a Europa que foram mandadas, pelos pais, para Portugal durante a Segunda Guerra Mundial, pois o país posicionara-se como neutro ao conflito e apresentava-se como um local seguro a ataques armados. Completamente alheios à guerra dos pais, as crianças brincam entre si e acabam por entrar pela floresta adentro. Sem se aperceberem, entram num mundo diferente, fantástico, povoado por personagens estranhas, como dragões voadores, robôs amáveis e animais falantes. Como uma espécie de matriarca desse mundo vive aí a Dona Redonda que em companhia dos rapazes, da sua amiga Dona Maluka e de uma menina de cor chamada Zipriti, vai viver uma série de peripécias mirabolantes.
(Ver também Aventuras de Dona Redonda)
História de Uma Gaivota e do Gato que a Ensinou a Voar, Luis Sepúlveda

É uma fábula em que as personagens são gatos e gaivotas. É a história do Zorbas, gato grande, preto e gordo, que mora numa casa perto do porto de Hamburgo. Numas férias, Zorbas fica em casa, sozinho, e estava a apanhar sol na varanda, quando lhe cai ali, mesmo à sua frente, uma gaivota moribunda. Esta, depois de ser apanhada pela maré negra, perde-se do seu bando e o seu último destino é a varanda do Zorbas. Porém, antes de morrer, põe um ovo e faz dois pedidos ao grande gato: este deverá tomar conta da gaivotinha, quando esta nascer e deverá ensiná-la a voar. Zorbas concorda, sem se aperceber da grande responsabilidade que era educar uma pequena ave. 
E, assim, começa a sua grande aventura, querendo ser fiel à sua palavra, vai empenhar-se para cumprir a sua promessa...




História Alegre de Portugal, Manuel Pinheiro Chagas 

João Agualva, professor aposentado, decide relatar de forma fácil e didática a História do país a um grupo de saloios da sua aldeia natal, situada entre Belas e o Cacém. Da época de Viriato à Reconquista da Península Ibérica, da fundação de Portugal aos Descobrimentos, ele vai narrando, ao longo de dez serões, os momentos mais marcantes da História de Portugal, de forma descontraída, simplificada e divertida, culminando a sua narração no reinado de D. Luís I.



História Comum, in Obra Completa, Machado de Assis



Esta é a história de um alfinete. É a história de um simples alfinete que caiu na copa do chapéu de um homem que passava.
Mas antes disso, foi comprado por uma mucama chamada Felicidade e servia para prender o seu lenço de pescoço.
O alfinete sempre sonhara em ser um alfinete-de-damas-que-iam-a-festas mas, tinha a consciência de que ser alfinete de mucama não era a pior coisa do mundo, já que esta era asseada e estimada.



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